[BlogdoTabletBr][16-12-2011] Minhas experiências – por Vinícius Moizinho

Diretamente do blog http://blogdotabletbr.com.br, para fins de arquivo.

“Greetings, programs!
O que? Não? Not programs? OK, então, saudações leitores!

Vocês não me conhecem, então vou me apresentar.Prazer, eu me chamo Vinícius Moizinho, e serei seu anfitrião dessa vez. Fiquem à vontade para me chamar de Vini, Vin, Vi, Vê, Moizinho, ou como a maioria me conhece por aí, simplesmente @VMoizinho. Sem trocadilhos, hein, pessoal. Eu estou de olho.

Fui convidado pelo ilustre editor do Blog do Tablet BR, nosso amigo Rogério Monici, a compartilhar com vocês minhas experiências com tablets ao longo deste ano que se passou. Aceitei com muito prazer, porque tenho uma opinião a dar que gostaria de compartilhar com vocês também. Não vou entrar nos méritos das especificações detalhadas de hardware, de sistemas operacionais, ou mesmo faixa de preço, porque isso todos já estamos cansados de ler por aí. Aqui mesmo, no blog, vocês conseguirão esse tipo de informação. Vou me ater ao que me propuseram fazer: relatar minhas experiências.

Bom, para começar, existe uma grande variedade de razões pelas quais alguém adquire um tablet. Sou daquele tipo de pessoa que acredita que uma pessoa adquire um gadget porque tem determinadas demandas que precisam ser atendidas, e o tal aparelho de desejo deve suprir suas necessidades da forma mais satisfatória possível. A única razão em que me recuso a acreditar é na “porque o look do aparelho diz algo a seu respeito”. Desculpa, mas não. Se você compra gadgets baseado exclusivamente em seus visuais, bem, considere que isso não te acrescenta nada.

Por experiência aprendi que adquirir um novo brinquedinho maneiro, independente do que seja, é algo que deveria ser metódico. Primeiro fazer uma lista das suas necessidades, em seguida uma lista das características dos aparelhos que se encontram disponíveis no mercado, e por fim comprar aquele aparelho da segunda lista que mais elimine itens da primeira.

Quando escrevi “por experiência”, quis dizer que C.C.E., ou seja, “Comecei Comprando Errado” meu primeiro tablet. Láááá no início do ano, no hype de lançamento do queridinho da mídia senhor iPad 2, o comprei por impulso. Todos queriam, todos comentavam, todos babavam. Eu mesmo brinquei bastante. E parou por aí. Ainda não havia pensado no que fazer com aquele gadget estiloso que não substituía meu player de música portátil, nem meu smartphone, nem meu console, muito menos meu notebook. Pior: estava preso a uma interface que não me agrada.

“Como assim?!”, o iFanboy vai se perguntar. Bem, é isso mesmo. Não sou entusiasta do iOS e suas (muitas) limitações, isso é um fato. É o sistema operacional presente nos gadgets mais vendidos do mundo, não discordo nem nego isso. É muito simples de usar, verdade. Já foi bonitinho, quando não parecia algo tão comum e obsoleto (opinião própria, claro).

Foi exatamente nesse ponto que me dei conta da minha principal necessidade: versatilidade. Eu precisava de alguma coisa prática e leve como o iPad, mas que me permitisse também trabalhar com o mesmo conforto que encontro em um notebook e seus adjacentes para que pudesse substituí-los em meu dia-a-dia profissional. Precisava de uma ferramenta para lazer E trabalho. Que me desculpem novamente os iFanboys, mas não dá para ter uma experiência avançada de integração profissional com o iOS a menos que você esteja imerso no ecossistema da maçã, o que não é o meu caso. Tentei muito, acreditem.

O ponto interessante sobre as opções de tablet para essa temporada é que as fabricantes ofereceramtrês estratégias muito diferentes. Se você estava em busca de uma experiência padrão de tablet que inclui um aparelho completo com acesso a uma boa quantidade de apps de terceiros, como é o caso da grande maioria, então estaria considerando o iPad 2. Se buscava experiência hard-user com opções para uso intenso e de customização, o foco seriam aparelhos Android high-endaindaescassos no mercado.Mas se você quer simplesmente assistir a vídeos, ler e-books, ouvir músicas e checar alguns e-mails, entãoo grande market share de gadgetsmais simplesjá ofereciam um ótimo custo benefício.

Me ocorreu então a solução mais óbvia: trabalhar com um high-end da concorrência. Guardadas as devidas proporções, a experiência com o Android mobiledo smartphone já me permitia ter uma grande liberdade na manipulação de arquivos, personalização de conteúdo e compartilhamento de informação profissional. Voltei ao mercado, dessa vez preparado a avaliar as opções antes de realizar uma compra.

Ora, vejam, que por sorte descobri mais uma necessidade minha enquanto buscava pelo meu próximo parceiro inseparável. Tive a oportunidade de passar algum tempo com o afamado Motorola Xoom. Muito bom, diga-se. Não deixou a desejar nem um pouco na sua utilização em geral, tampouco na experiência de trabalho compartilhado on-the-go. A autonomia da bateria não era das piores também. Mas sabem quando você percebe que ainda falta algo para melhorar ainda mais o que já está bom? Boatos corriam nos fóruns a respeito de problemas no tablet que a Motorola simplesmente ignorava. A (má) fama da Motorola com relação a atualizações também é algo que me deixava com um pé atrás.

Fui novamente espiar o mercado. E dessa vez, para minha surpresa, me apaixonei. Encontrei e conheci o recém-anunciado Asus EEE Pad Transformer, um autoproclamado híbrido entre tablet e netbook. Trazia a mais recente versão do Android otimizado para a tela de 10.1” Gorilla Glass, processador NVIDIA Tegra 2, dois núcleos e memória de 1GB. Parecia um sonho com especificações respeitáveis. E havia o “algo a mais” que os concorrentes não ofereciam.

Sim, estou falando dele. O teclado, destacável para produção de documentos com comodidade, que acrescentava mais 08 horas de carga extra à sua já resistente bateria. Um complemento que estava lá quando era preciso, mas que não aumentava o peso dogadget sempre. Simplesmente fantástico.

Importei o Asus Transformer no dia seguinte à sua chegada às lojas europeias, completo com o teclado, e hoje sou um feliz proprietário desde aparelho que atende totalmente às minhas necessidades profissionais e pessoais, tanto no dia-a-dia agitado quanto nas horas de lazer em casa ou com amigos por aí. Gadget robusto, confiável, versátil. Muito, muito versátil. Suprindo minha principal necessidade.

Volto a afirmar: escolher um tablet, smartphone ou mesmo laptop tem tudo a ver com a sua necessidade. Essencialmente, a oferta de produtos no mercado hoje é muito homogênea. São zilhares de equipamentos diferentes com características muito similares. Especificações? Todas muito próximas. Qualidade? Idem. Beleza? Bom, vocês sabem minha opinião quanto a isso. Sendo assim, observe as características e faça sua escolha. De acordo com suas necessidades.

É o que tenho para lhes dizer nesse primeiro encontro, amigos. Se você chegou até aqui, é sinal de que você é realmente um geek, curioso por natureza. Ou um indeciso a procura de respostas. Qualquer que seja o caso, um novo ano vem aí, cheio de novas alegrias, surpresas, experiências e lançamentos. Um Bravo Mundo Novo nos aguarda, de braços abertos e com tecnologia de sobra! Nos vemos nele, certo?

Ao staff do Blog, obrigado pelo convite. Parabéns pelo excelente trabalho de sempre.
A todos um Feliz Natal e Maravilhoso Ano Novo!

Boas festas!

Vida Longa e Próspera. \\//,

@VMoizinho”

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About @VMoizinho

By definition: Geek, arrogant, pretentious, selfish, annoying, non-social, tease, and in the opinion of many, gone... ...Apart from very humble, of course. 8-)

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